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21/02/18

‘Pele inteligente’ monitora vítimas de AVC, atletas e bebês

Dispositivos eletrônicos estão sendo desenvolvidos para monitorar a bioquímica de praticantes de esportes, a saúde de vítima de derrames cerebrais e os batimentos cardíacos de bebês doentes

A informação foi dada no sábado por pesquisadores, em uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAÀS, na sigla em inglês), em Austin, no Texas. John Rogeis, professor de ciência e engenharia dos materiais na Northwestern University de Chicago, descreveu uma série de novos sensores ultrafinos, elásticos e flexíveis, que podem ser colados diretamente na pele e se deslocam com ela.

“Os dispositivos eletrônicos elásticos nos permitem ver o que está acontecendo dentro do organismo da pessoa de uma maneira simplesmente impossível para os tradicionais dispositivos vestíveis”, disse Rogers.

Um dispositivo, que a equipe de beisebol dos “Seattle Mariners" vai usar durante suas sessões de treinamento no segundo trimestre, mede a transpiração dos atletas para determinar como o organismo responde aos exercícios. Ele também está sendo testado em pilotos do serviço ativo da Força Aérea dos Estados Unidos.

O suor se infiltra nos canais microscópicos do dispositivo e em diferentes compartimentos, onde reações químicas resultam em mudanças visíveis de cor, na medida em que as concentrações de eletrólitos e proteínas presentes no suor variam de acordo com os exercícios. “A maioria das pessoas quer saber se está perdendo muito cloreto, pouco ou quase nenhum”, disse Rogeis. “Elas podem examinar o dispositivo e determinar se seus níveis de eletrólitos estão altos, medianos ou baixos.”

Outro dispositivo elástico criado nos laboratórios da Northwestern University é usado na garganta por vítimas de acidentes vasculares cerebrais (AVC) que passam por reabilitação em casa, para medir a agilidade ao engolir e os padrões de fala. Esses dispositivos detectam as vibrações das cordas vocais, explica Rogers.

“Eles só funcionam quando colocados diretamente na garganta, que é uma área muito sensível da pele. Desenvolvemos novos materiais para esse sensor que se dobram e esticam como o organismo, minimizando o desconforto para os pacientes." Os dados dos sensores de garganta são transmitidos sem fio para um painel eletrônico, que alerta os pacientes quando estão com um desempenho inferior em determinada medida.

No encontro da AAAS também foi anunciada uma inovação desenvolvida pela equipe de Takao Someya, professor de engenharia da Universidade de Tóquio. A pele eletrônica japonesa pode exibir as curvas em formas de onda das batidas cardíacas de alguém. “Nossa pele exibe gráficos simples em movimento”, disse Someya.“Como ela é feita de materiais finos e flexíveis, ela se deforma facilmente”. Pode, também ser esticada em até45%de seu tamanho original.

Uma aplicação do dispositivo pode ser no monitoramento de bebês doentes. “Visualize uma mãe tocando gentilmente a testa de seu bebê”, disse Someya. “Um monitor pode analisar com exatidão a temperatura do corpo e o resultado pode ser lido num smartphone.”

Mas ele diz que com seu dispositivo, os dados podem ser lidos diretamente na pele do bebê, que vai exibir a temperatura corporal e outras informações vitais. “O que você acha que o bebê vai preferir?” perguntou o professor Someya. “O toque da mãe significa muito mais para um bebê. Ele comunica o cuidado de mãe.” (Tradução de Mario Zamarían)


‘Pele inteligente’ monitora vítimas de AVC, atletas e bebês ( Valor Econômico )
Jornalista: Clive Cookson, Financial Times
20/02/2018 - Dispositivos eletrônicos “smartskin”(pele inteligente, na tradução literal) estão sendo desenvolvidos para monitorar a bioquímica de praticantes de esportes, a saúde de vítima de derrames cerebrais e os batimentos cardíacos de bebês doentes.
A informação foi dada no sábado por pesquisadores, em uma reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAÀS, na sigla em inglês), em Austin, no Texas. John Rogeis, professor de ciência e engenharia dos materiais na Northwestern University de Chicago, descreveu uma série de novos sensores ultrafinos, elásticos e flexíveis, que podem ser colados diretamente na pele e se deslocam com ela.
“Os dispositivos eletrônicos elásticos nos permitem ver o que está acontecendo dentro do organismo da pessoa de uma maneira simplesmente impossível para os tradicionais dispositivos vestíveis”, disse Rogers.
Um dispositivo, que a equipe de beisebol dos “Seattle Mariners" vai usar durante suas sessões de treinamento no segundo trimestre, mede a transpiração dos atletas para determinar como o organismo responde aos exercícios. Ele também está sendo testado em pilotos do serviço ativo da Força Aérea dos Estados Unidos.
O suor se infiltra nos canais microscópicos do dispositivo e em diferentes compartimentos, onde reações químicas resultam em mudanças visíveis de cor, na medida em que as concentrações de eletrólitos e proteínas presentes no suor variam de acordo com os exercícios. “A maioria das pessoas quer saber se está perdendo muito cloreto, pouco ou quase nenhum”, disse Rogeis. “Elas podem examinar o dispositivo e determinar se seus níveis de eletrólitos estão altos, medianos ou baixos.”
 
Outro dispositivo elástico criado nos laboratórios da Northwestern University é usado na garganta por vítimas de acidentes vasculares cerebrais (AVC) que passam por reabilitação em casa, para medir a agilidade ao engolir e os padrões de fala. Esses dispositivos detectam as vibrações das cordas vocais, explica Rogers.
“Eles só funcionam quando colocados diretamente na garganta, que é uma área muito sensível da pele. Desenvolvemos novos materiais para esse sensor que se dobram e esticam como o organismo, minimizando o desconforto para os pacientes." Os dados dos sensores de garganta são transmitidos sem fio para um painel eletrônico, que alerta os pacientes quando estão com um desempenho inferior em determinada medida.
No encontro da AAAS também foi anunciada uma inovação desenvolvida pela equipe de Takao Someya, professor de engenharia da Universidade de Tóquio. A pele eletrônica japonesa pode exibir as curvas em formas de onda das batidas cardíacas de alguém. “Nossa pele exibe gráficos simples em movimento”, disse Someya.“Como ela é feita de materiais finos e flexíveis, ela se deforma facilmente”. Pode, também ser esticada em até45%de seu tamanho original.
Uma aplicação do dispositivo pode ser no monitoramento de bebês doentes. “Visualize uma mãe tocando gentilmente a testa de seu bebê”, disse Someya. “Um monitor pode analisar com exatidão a temperatura do corpo e o resultado pode ser lido num smartphone.”
 
Mas ele diz que com seu dispositivo, os dados podem ser lidos diretamente na pele do bebê, que vai exibir a temperatura corporal e outras informações vitais. “O que você acha que o bebê vai preferir?” perguntou o professor Someya. “O toque da mãe significa muito mais para um bebê. Ele comunica o cuidado de mãe.” (Tradução de Mario Zamarían)

 



Fonte: Valor Econômico - Jornalista: Clive Cookson, Financial Times
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